Unhas e paternidade. O que podemos ver aqui?

Unhas e paternidade. Será que podemos enxergar alguma coisa boa por aqui?

As mulheres que convivem umas com as outras de forma frequente, debaixo do mesmo teto (casa, escola ou trabalho), com o tempo entram “naqueles dias” juntas, certo meninas? Existem estudos sérios sobre esse fenômeno.

A evidência da sincronização e supressão do ciclo menstrual é bastante forte, indicando que, em humanas, existe um processo fisiológico interpessoal que afecta o ciclo menstrual“, concluiu no artigo “Menstrual Synchrony and Suppression“, publicado na revista Nature.

Outra coisa “estranha” sobre o assunto é que me deparei com este website aqui (http://www.mum.org/), que é o Museum of Menstruation and Women’s Health!! O assunto deste artigo não é só isto, mas isto é engraçado e vou explorá-lo depois.

Bem, voltemos aqui… Provavelmente este fenômeno é o que vai acontecer com a minha filhota e minha esposa cá em casa. Mais do que um desafio (grande) para nós os homens da casa, isso é um tipo de aliança (de sangue) entre elas. E nós os homens? O que temos para partilhar assim tão profundo?

Algo tão profundo assim? Nada!

Bem, mas eu e o Davizão arranjamos algo simples e que tem sido eficaz até então. No mesmo dia que eu corto as minhas unhas também corto as dele. Assim, quando vejo que as minhas estão na hora da “poda” me lembro que as dele também estão prontas para tal. E assim será!

Aqui entra outro ponto que é o medo ou agonia que o Davizão tinha de cortar as unhas. Quando essa perspectiva de fazermos isso juntos surgiu, tudo mudou. Ele percebeu que era algo nosso e venceu o medo e a gastura que ele tinha todas as vezes que chegava o “bendito” momento de aparar as garras.

medo de cortar unhas

E o medo de cortar unhas? Imagem fonte: reprodução internet

Com o tempo e mesmo de longe quando ele cortar as próprias unhas lembrará que eu também estarei fazendo a mesma coisa. Hoje sou eu que corto as unhas do Davizão, mas chegará o dia em que ele irá cortar as minhas (mesmo fisicamente podendo fazer) e naqueles minutos de interação as nossas memórias irão borbulhar… Risos e talvez lágrimas…

Cheios emoção e de alegria pelo privilégio de entender que na vida o que vale é o nível da relação, intensidade, intencionalidade e amor que dispensamos uns pelos outros.

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4 Comentários

  1. Vittor 5 de dezembro de 2018
  2. Sandra Miguel 5 de dezembro de 2018

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